É uma junção perfeita:
Letra + melodia.
Para nossos pais!
http://www.youtube.com/watch?v=TwVU_7SSdBI&feature=PlayList&p=59C4CE1D33A89374&playnext=1&playnext_from=PL&index=25
2.8.09
28.7.09
Lugares Perdidos?
14.7.09
Para Juca...
Poema que dedico a Juvêncio Arruda!
Os olhos também falam
Um dia eu tive medo
Depois te conheci e te fiz meu amigo
Puxa, que amigo!
Como eu ria meu caro, contigo.
Cada dia era mais divertido
E eu ficava muito contente
Era meu amigo preferido
Alegre, legal e inteligente.
No mundo sempre tem alguém
Que surge para uma amizade criar
Alguém que soube como ninguém
Me ensinar o valor de um olhar
Nem sempre é necessário falar
Para dizer que a vida é incrível
Que bem lá no fundo do olhar
Tem algo inconfundível
A capacidade de FalarSorrindo com os olhos brilhando
Você me mostrou o valor de um gesto
Que vem de um lugar vivo e brando
Do olhar de alguém tão modestoMas é assim, um dia passa.
E se vai de verdadeNão há nada que se faça
Para curar essa saudadeMas eu sempre vou lembrar
Que não é preciso falarQue os olhos...Os olhos também falam
10.5.09
14.7.08
Árvores da paz - Reflorestamento na Amazõnia é uma realidade.
Polícia destrói 380 mil pés de maconha Edição de 14/07/2008
'Curupira'
Operação ocorreu em quatro cidades do nordeste do Pará. Ninguém foi preso.
Mais de 380 mil pés de maconha foram incinerados pela Polícia Civil em quatro municípios paraenses. A ação foi realizada entre os dias 7 e 13 deste mês durante a Operação Curupira, coordenada pelo Sistema de Segurança Pública do Pará, que destruiu 17 roças nos municípios de Nova Esperança do Piriá, Cachoeira do Piriá, Garrafão do Norte e Viseu, no nordeste paraense. Ao todo, mais de 50 canteiros com plantações da erva foram encontrados durante a ação policial, realizada por policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), Grupo de Pronto-Emprego e Superintendência Regional da Zona Bragantina, com apoio de uma equipe do Grupamento Aéreo do Estado (Graer).
Segundo o delegado João Bosco Júnior, titular da DRE, que comandou a operação, ao todo, seis equipes com 32 policiais participaram da operação, que também contou com o apoio do delegado Rilmar Firmino, superintendente regional, e dos capitães Bittencourt e Leite, que comandaram o helicóptero do Graer. Além da droga, três espingardas e outras seis armas de fabricação artesanal, conhecidas como 'bufetes', foram apreendidas.
Não houve prisões, pois os responsáveis pelos plantios fugiram ao perceber a aproximação dos policias. 'Eram áreas de difícil acesso, no meio da floresta. A equipe do Graer sobrevoava as plantações e dava as coordenadas pra que a gente pudesse acessá-las. E enquanto isso, os plantadores se embrenhavam na mata e fugiam', contou o delegado João Bosco. 'Algumas plantações estavam em áreas de limite com reservas indígenas do alto rio Guamá', complementou.
De acordo com o delegado, a partir de agora as investigações serão aprofundadas para identificar as pessoas responsáveis pelas plantações para que respondam pelo crime. Parte da erva encontrada nos terrenos estava pronta para colheita, mas também havia maconha já prensada e pronta para venda, além de sementes e adubos orgânicos. Os policiais cortaram e incineraram a maioria dos pés de maconha nas próprias roças. Uma quantidade foi recolhida e trazida para Belém, onde será submetida à perícia no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. Cerca de 20 cabanas, instaladas nessas 17 áreas de plantações, também foram destruídas.
Os policiais civis que participaram da operação chegaram, no início da noite de ontem, na sede da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), na travessa Vileta. O delegado disse que a operação foi coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Pará e Delegacia-Geral da Polícia Civil, com objetivo de combater o tráfico de maconha e impedir que a erva seja chegue aos centros urbanos do Estado. A Polícia acredita que a droga também seria transportada para o Maranhão, em função da localização das plantações
10.6.08
28.4.08
Dia da Cobra... ops... sogra. Perdão

Este texto bem humorado foi publicado na coluna Estilo de vida de Taíssa Stivanin. Vale a pena lê.
"Ponha uma abóbora na cabeça e vá animar um Halloween quem nunca teve um problema com a sogra. Não se culpe por isso. Esqueça o manual de como ser assertiva, a etiqueta da boa vida em sociedade e as aulas de ioga para administrar picos de stress. Ainda que você respire pelo diafragma o dia todo, tudo tem um limite. Mas não para as mães de nossos namorados, noivos e maridos, naturalmente. Para entender esse ser humano que se tornou mãe de um homem, é preciso primeiro interiorizar que por mais bolinhos de chuva que você frite no sábado na casa dela, por mais que capriche nos presentes de aniversário e por mais que minta que ela tem um corpinho ótimo, você sempre será uma inimiga. Uma intrusa, a ladra da atenção do objeto do amor incondicional dela. Se ele for filho único, você é uma destruidora de lares. Isso entendido, acenda uma vela para seu orixá se sua sogra a respeita (porque gostar não é possível). Ou se pelo menos a loucura dela é administrável. Porque muitas vezes não é. Renata* achava que suportaria o apego, para não dizer grude, da sogra com o filhão, descendente de italianos. Casa cheia, mesa farta, melodrama e performances, muitas performances. Suportou, até o casamento. Data marcada, vestido provado, lista de presentes. Tudo estava lindo e nos conformes, até que Renata percebeu que não estava recebendo nada em casa. Estranhou, ligou para a loja. Qual não foi sua surpresa quando soube que a megera tinha trocado o endereço de entrega para a casa dela? Renata não mediu conseqüências. Pegou o carro, bateu na porta da casa do noivo e pegou a sogra pelo pescoço. Diante da cena digna de uma comédia de Totó, porque era real demais para lembrar Fellini, Renata foi controlada pelo seu futuro marido. O sogro assistia e incentivava a nora: "Ela merece! Ela merece!". Um pouco menos raivosa, a noiva descobriu que a Nona abriu os presentes. O casamento aconteceu assim mesmo, porque Renata deu sorte de o noivo entender e concordar quão absurda foi atitude da mãe dele. Mesmo assim, precisa encarar a macarronada de domingo até que a morte ou o juiz os separe. Ter o filho da mãe a seu lado é uma sorte que nem todas têm. Algumas vezes mãe e filho formam uma dupla de algozes, ela voluntariamente e ele caindo na chantagem emocional dela. Se você deu o azar duplo de ter uma sogra megera e um namorado com pouca atitude, algo próximo de um farrapo, fuja enquanto é tempo. Isso não tem conserto, isso nunca vai mudar. Interiorize que você veio depois e, não, as pessoas não mudam. E se ele não assume que a mãe é um estorvo beirando os 30 anos, não vai mais pensar a respeito. Patrícia* pagou o preço de tentar mudar o parceiro. Tentou resistir até o fim. Lembra como se fosse hoje quando a sogrinha disse, em plena mesa de jantar, que o jornal local noticiou a invenção de uma máquina para medir se o amor que você estava sentindo era verdadeiro. Assim não cometeria o engano de escolher alguém errado para se casar. Isso minutos depois de o filho ter anunciado seu casamento com Patrícia, que rangeu os dentes, mas ficou calada. Cutucadas como essas, indiretas e constantes, consumiram as emoções de Patrícia até a data da festa. Que ela não imaginava ser pior, muito pior. A cerimônia aconteceu em uma chácara linda, florida, em um dia de sol. Era para ser de dia, estava marcada às 17h30.Lá pelas 19h, Patrícia notou que o casório não começava, falou com o noivo por telefone e quis saber o porquê. A sogra não tinha chegado... Mais meia hora, a comida calculada não ia dar, os convidados já estavam bebendo e eis que a dama chega... A desculpa: o vestido não tinha ficado pronto. Nessa altura, Patrícia já estava de fogo, foram três uísques em 15 minutos. Não é preciso dizer que o casamento acabou pouco tempo depois.Lígia* vai ser mãe. O parto está marcado para daqui duas semanas. A sogra quer assistir ao parto. O marido de Lígia não se opôs diretamente. Ela teve que explicar à cidadã que, bem, esse é um momento meio íntimo, que ela gostaria de estar sozinha. Pelo telefone, Dona Deolinda* chora, pede para chamar o filho, se diz incompreendida. A frase: "Desde que seu pai morreu, eu sou um estorvo para todo mundo." E é mesmo, Dona Deolinda. O filho chama Lígia. Diz que a mãe está deprimida e pergunta se seria mesmo impossível para ela ter a sogra em sua sala de parto. Aos nove meses de gravidez, trabalhando dez horas por dia e prestes a perder o emprego por uma briga com o chefe, Lígia grita. Não tem direito nem a um pequeno transtorno de humor nem por conta dos hormônios alterados. O marido, uma mistura de chefe de família com figura impassível, diz, sem alterar a voz: "tudo bem." Lígia quer enforcá-lo, quer colocá-lo para fora, quer que ele grite com ela que tudo isso é um absurdo. Mas não adianta. Dona Deolinda é a mãe. É fácil perceber quando um ente do sexo masculino pode se tornar um édipo.Priscila* lembra-se do primeiro namorado, um menino com algo em torno dos 20 anos, que pedia à mãe para sair de casa com ela. Se a sogra não aprovasse e pedisse companhia, o que sempre acontecia, nada feito. O único jeito de trocar uns míseros beijinhos com o moço era almoçar, jantar, tomar chá com bolo e ver TV na sala dela – que sempre interrompia o casal, claro. Seis meses nessa labuta e Priscila sucumbiu. Ainda gostava dele... mas, fazer o quê?A resposta a essa pergunta é simples: sogras existem, vão estar sempre aí, gente boa ou gente ruim, mas o que importa é como seu parceiro lida com a mãe. Se ele sabe ponderar os dois lados, impor limites e admite quando a sujeita exagerou, dá para lidar. Senão, proponha uma mudança de cidade que a deixe a dez mil quilômetros de distância. Afinal, sogra boa é sogra longe"
É POR ISSO QUE ADORO SER SOLTEIRA!!!
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